InglêsUma ótima iniciativa que merece divulgação.
A BSRSoft começará já a partir de julho a empregar em tempo integral 11 engenheiros de software para colaborar com o desenvolvimento do Ubuntu Linux, famosa distribuição da empresa Canonical de origem sul-africana.
Nos próximos 12 meses nosso investimeno deverá ser de R$ 850.000 em colaborações em aŕeas como:
* Melhorias na ferramenta EC2-like de computação em nuvem do Ubuntu
* Desempenho e usabilidade do desktop de olho em computação corporativa
* Testes e homologação do EXT4 para o mercado corporativo
* Colaboração na criação de documentação para migração MS Windows -> Ubuntu Linux para o mercado corporativo
* Melhorias que facilitem a utilização de nossos sistemas de ERP/CRM na plataforma e que ao mesmo tempo facilitem o uso de outros sistemas abertos de gerenciamento
* outras coisas
O grosso do investimento será gasto em P&D e na ajuda na resolução de bugs conhecidos e que afetam o dia-a-dia do uso em empresas.
Estamos muito animados com essa fase.
Mais informações deverão surgir já em julho e depois ao longo dos próximos meses.
Fonte: http://bsrsoft.wordpress.com
A few months ago I ventured into the world of Mobile development and created an application (Hudson Helper) for both iPhone and Android. This article is about my experiences, comparing Android and iPhone development with a focus on tools, platform and the developer experience.
Before going much further I should note that my comparison is with considerable bias. I’ve spent the past 12+ years in Java development, having spent much of my career building developer tools. Since January of 2004 I’ve been building plug-ins for Eclipse, and before that plug-ins for NetBeans. With this background I find that I’m very critical of developer tools. Developer productivity is key — anything that takes away from the flow of a developer in the zone is a real problem.
The logo format has changed for Linux 2.6.x-kernels, it is
now no longer necessary to use fblogo to include a custom
logo with the kernel.
Thanks to Harald Dunkel
for these instructions:
This is how to replace the fb logo for kernel 2.6.x:
- convert your favourite logo into ppm (ASCII), e.g.
cd /usr/share/doc/fblogo/examples/logo_300×80
pngtopnm debian.png | pnmtoplainpnm >debian224.ppm
- copy the ppm file into your kernel source tree, e.g.
cp -p debian224.ppm
/usr/src/linux-2.6.1/drivers/video/logo/logo_linux_clut224.ppm
- rebuild your kernel
It might be necessary to reduce the number of colors
depending on the target graphics card, e.g.
# pngtopnm debian.png >debian.pnm
# pnmcolormap 16 debian.pnm >colormap16.pnm
pnmcolormap: making histogram…
pnmcolormap: 133 colors found
pnmcolormap: choosing 16 colors…
# pnmremap -map=colormap16.pnm debian.pnm | pnmtoplainpnm >debian16.ppm
pnmremap: 16 colors found in colormap
Source: http://olympus.het.brown.edu/cgi-bin/dwww?type=file&location=/usr/share/doc/fblogo/README-2.6

by Jeronimo Zucco (jczucco@gmail.com) at July 01, 2009 01:57 PM
Foto de viniciusmedina
Foto de alix_moz
Foto de nick
Foto de tasken Quando comecei a trabalhar na Conectiva, em 1997, também comecei a (tentar) utilizar diariamente um editor de textos estranho, todo preto, sem menus nem botões, que mais apitava do que escrevia.
— Bip. Bip. Bip.
— Eu digito e nada parece!
— Bip. Bip. Bip.
— Será que meu teclado estragou?
— Bip. Bip. Bip.
— Maldito editor dos infernos que não faz nada e ainda trava!
— Bip. Bip. Bip.
— Como é que eu saio? Esc? Ctrl-Q? Ctrl-C?
— Bip. Bip. Bip.
— M**** de programa (dedo no botão liga/desliga do computador)
E assim foi a minha primeira experiência com o Vim. Experiência não, frustração. “Que droga de editor”, pensei. Como todos ali em volta podiam usar esse treco que não faz nada e ainda trava o computador?
A primeira de muitas frustrações.

O editor Vim, pronto para apitar
O Vim é um editor casca-grossa. Ele não te ajuda, não é intuitivo, não é bonito, não dá nenhuma mensagem esclarecedora. Ele só apita.
Depois de várias (inúmeras, diversas, constantes) aulas de humildade que este maravilhoso editor me proporcionou, aos poucos ele começou a diminuir o número de apitos. Eu fui pegando o jeito dos comandos mais básicos. Minha tática foi me policiar a sempre pensar antes de digitar qualquer tecla, com um objetivo fixo na cabeça: “maldito, você não vai apitar mais”. Com rigorosa disciplina e concentração, eu já conseguia passar um ou dois minutos sem ouvir nenhum apito. Quem está comando agora, hein Vim manézão?
— Bip.
— Droga.
Acabou virando questão de honra dar uma lição naquele editor petulante. Quem ele pensa que é para ficar apitando na cara dos outros assim, indiscriminadamente? Basta! E assim prometi para mim mesmo que um dia eu iria dominar aquele mala.
————— ∞ —————
Meses depois, ele já não apitava mais (santo :set visualbell hehe).
Apertar o Esc a toda hora tornou-se natural.
O :wq parecia que eu já conhecia desde criancinha.
E aquele tal .vimrc passou de alienígena a camarada.
O caminho não foi fácil, a curva de aprendizado do Vim (curva?) é extrema. Você apanha, apanha, apanha, apanha, apanha e de repente um dia acorda iluminado e tudo faz sentido. De inimigo o editor torna-se seu companheiro inseparável para todas as horas.
Escrever programas, editar arquivos de configuração, relatórios, emails, o mundo é bem melhor com uma tela preta.
$ export EDITOR=/bin/vi $ set -o vi $
É, o Vim é o melhor editor de textos de todos os tempos! \o/
Mas apenas usar o Vim e deliciar-se sozinho com suas mágicas poderosas era muito egoísmo. O MUNDO precisava conhecer este editor maravilhoso! Que ganho em produtividade as empresas teriam se todos os funcionários usassem o Vim! yyp é muito mais rápido que Ctrl-C Ctrl-V! E os mapeamentos, e as abreviações, e as marcas, e os…
E assim nasceu uma área dedicada ao Vim dentro da minha recente “página” de internet, em 1999.
Lá eu guardava os links para artigos legais que eu encontrava, e também escrevi minhas próprias dicas e posteriormente artigos mais elaborados, que foram publicados na Revista do Linux e na Linux Magazine. Em 1999 mesmo também criei a lista vi-br no antigo eGroups (atual Yahoo! Groups) que até hoje reúne os aficionados pelo editor.
————— ∞ —————
Para comemorar os 10 anos do meu site, quero dar um presente especial para aqueles que o acompanham desde o início e que até hoje ajudam em sua divulgação: os nerds.
Dessa vez, nada de MiGuXeiToR, AdSense, carveboard, viagens ou música. Quem vai ganhar uma reforma geral são as áreas nerds do site, que confesso, estão há algum tempo esquecidas por este que vos escreve. Isso já mudou.
Já investi mais de 30 horas na reforma das áreas nerds do site, e outras tantas ainda serão nos próximos dias. É um trabalho em andamento que espero melhorar com o retorno de vocês.
O foco da reforma é somente um: conteúdo. Afinal, isso é o que interessa, não é mesmo?
Pensei sobre os artigos do site, sobre como eu poderia melhorar a experiência do usuário no sentido de ele aproveitar melhor os textos, realmente aprender e ficar sedento por mais conhecimento. E uma vez sedento, oferecer mais links e artigos para que ele continue lendo até saciar-se. Tipo a Wikipedia, onde um artigo puxa o outro.
Para mim ficou claro que o formato atual do site apesar de ser completo no sentido de o megamenu conter todos os links possíveis para todas as áreas do site, isso atrapalha aquele que quer simplesmente ler mais sobre o assunto atual. Então eu precisava de um menu mais especialista, que listasse apenas os artigos do assunto em questão. Por exemplo, não faz sentido listar o MiGuXeiToR na área de Vim.
Mas as ideias que fiquei maturando na cabeça durante semanas só fizeram sentido após ler o artigo In Defense of Readers do A List Apart, que em resumo, diz para não distrair o leitor com supérfluos. Era a peça que faltava.
A chave era valorizar o prazer de ler acima de qualquer outra coisa: navegação, caixa de pesquisa, breadcrumb, nome do site, e até anúncios (vou deixar de ganhar $$$, mas é por uma boa causa).
Se o cara chegou no artigo sobre como selecionar texto no Vim, é isso que ele quer saber e pronto! Qualquer coisa fora o conteúdo do artigo só vai desviar a atenção e atrapalhar a leitura. Tipo a experiência de ler um bom livro, que lá na página 15 não tem nenhum sumário, índice, propaganda ou dados sobre o autor. É o texto e pronto. É o que o leitor quer.
Lá fui eu tentar aplicar isso no site. De volta ao básico, tirei tudo. Só sobrou o conteúdo.
O tamanho do texto, espaçamento e fonte “quase-serifa” tentam lembrar a experiência do livro impresso. Margens generosas de ambos os lados dão espaço para o texto brilhar sozinho, sem competição nenhuma com menus ou anúncios.
Ao chegar ao final do texto, é hora do leitor decidir o que fazer:
A área sobre o Vim está estreando a novidade, sendo a primeira a mudar para o formato novo. Experimente, depois volte aqui contar o que achou:
Tem uma diferença, não? :)
Leia todos os artigos:
Veja o índice com links para outros artigos e informações:

by Ranieri Fernandes (noreply@blogger.com) at June 30, 2009 06:41 PM
I don’t have some screenshots, but I installed openSUSE 11.1 on Macbook and works fine! I will give some hints to people:
- Install rEFIt on MacOSX
- Use BootCamp to make the linux partition. After, quit BootCamp without installation.
- Reboot
- Install openSUSE, but you need to change the Boot Loader installation! NEVER install on MBR. Use the root partition installation.
For me, worked fine. I can use the right click (just using 2 fingers at same time), wireless works fine. Just the webcam have some problems, but I didn’t have enough time to test it. I read some documentation which says about Skype using, I will test it soon. On cheese, didn’t works. V4L drivers didn’t worked well(or I didn’t installed correctly).
Some links below about installation and hardware compatibility.
http://en.opensuse.org/Installation_on_MacBook
http://en.opensuse.org/OpenSUSE_on_a_Mac
Any doubt, please use comments.
![]()
Hoje, dia 30 de Junho de 2009, o Firefox 3.5 será lançado. A idéia é criar uma onda social e assim foi criado este projeto Shock. Cada país vai twittar, blogar, comentar, enviar e-mails, publicar – exatamenta as 3:50PM. Tudo começa no Brasil … e depois terminamos todos juntos no outro dia depois que todos os paises e timezones fizerem suas ondas…
Veja como as “Andas de Choque” vão ficar:
| Terça-feira, 30 de Junho |
|
| 1st Shockwave |
3:50 PM in Brazil (BRT) |
| 2nd Shockwave |
3:50 PM in New York (EDT) |
| 3rd Shockwave | 3:50 PM in Chicago (CDT) |
| 4th Shockwave | 3:50 PM in Denver (MDT) |
| 5th Shockwave | 3:50 PM in San Francisco (PDT) |
| … |
|
| Quarta-feir, 1 de Julho | |
| Super Shock | 3:50 PM in Brazil (BRT) |
O Projeto openSUSE Project apresenta com prazer a versão Milestone 3 do openSUSE 11.2 Imagens estão disponíveis para download e testes. Essa versão inclui o kernel Linux 2.6.30, KDE 4.3 beta 2, GNOME 2.27.2, OpenOffice.org 3.1.1 Alpha, e mais!
Essa é uma versão Milestone , uma das que será importante para a versão final 11.2 em Novembro. Isso pode não estar a para sistemas em produção, mas deverá estar estável o suficiente para os testes.
Screenshots das versões milestone e o desenvolvimento *factory” podem ser encontrados nesse wiki.
Muita coisa foi modificada desde a versão M2 , e muitos pacotes estão sendo atualizados para o 11.2 M3. Algumas das principais alterações nessa versão inclui:
Visualize o Wiki openSUSE para mudanças adicionais na versão 11.2 Milestone 3. Você pode visualizar os últimos pacotes em *Factory* no DistroWatch, que acompanha os 203 pacotes principais do openSUSE.
As últimas versões de desenvolvimento estão disponíveis em http://software.opensuse.org/developer/. Escolha entre x86 ou x86-64 install DVDs ou KDE e GNOME Live DVDs.
Ajude-nos a fazer o openSUSE 11.2 a melhor versão até agora! Por favor, rode o openSUSE em sua rotina normal e nos avise sobre alguns bugs ou outros problemas que você encontre. Lembre-se que essa é uma versão milestone e não é adequada para usar em sistemas em produção.
Embora existam muitos usuários openSUSE que usam a distribuição Factory e/ou testam estas versões para o trabalho do dia-a-dia, queremos frisar que é perfeitamente possível que você encontre importantes bugs.
Acesse o site openSUSE.org/Testing para maiores informações sobre o processo de testes. Para acompanhar o processo de teste e desenvolvimento, nós recomendamos que você assine a lista de discussão openSUSE-Factory , e entre no canal #openSUSE-Factory no servidor IRC Freenode para discutir o desenvolvimento do openSUSE.